Os medicamentos no Brasil devem ter reajuste entre 1,13% e 3,81% a partir desta quarta-feira (1º), conforme definição da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). A previsão é de aumento médio de 1,95%, abaixo da inflação acumulada pelo IPCA, que ficou em 3,81% nos últimos 12 meses.
O reajuste ainda depende de autorização do governo federal e, mesmo com a aprovação, não ocorre de forma automática ou imediata. Remédios com maior concorrência podem subir até 3,81%, enquanto os de nível intermediário devem ter alta de até 2,47% e os de menor concorrência, até 1,13%.
De acordo com a Lei nº 10.742/2003, medicamentos fitoterápicos, isentos de prescrição com alta concorrência e homeopáticos não precisam seguir o reajuste anual. A resolução com os percentuais deve ser publicada até terça-feira (31).
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